Temas em relação à política, economia, futuro da sociedade mundial no que tange aos processos políticos neo-liberais e ecológicos - principalmente -, estarão sendo discutidos por grupos dos mais variados (sociedade civil organizada em movimentos sociais, povos tradicionais, ONG's, sindicatos/partidos políticos e grupos religiosos de mais de 150 países - além da galera que vai fazer turismo, festas, assaltos, estupros, tráfico e outras coisas. Mas esses não discutem nada demais e ninguém fica sanbendo).
Lendo um artigo de Carta Maior, observo, ao contrário do que vejo em muitos canais em mídias independentes, a necessidade da discussão em torno dos acontecimentos "em palta" pelo mundo. Barack Obama e nova política imperialista; divisão geo-política em Gaza, e, principalmente, a crise econômica mundial atual, desencadeada por narcisistas americanos (diga-se: todos nós, pois somos responsáveis, mutuamente, por todo o processo que começou lá, nos EUA) e calhordas galhofeiros europeus.
Parece-me que a preocupação maior, neste FSM, é em relação ao futuro da Amazônia e o nosso futuro em relação a ela. Obviedades sobre esse assunto não serão discutidas por mim, pois vivemos cotidianamente os transtornos, "manifestações naturais" e a destruição costumeira da "maior floresta blá, blá e blá do planeta".
Deixo claro que é de importância ultra-relevante esse tipo de discussão e que não deve-se deixar de lado, principalmente em encontros mundias como o FSM; que devemos sim, discutir meios de sobrevivência e proteção do "pulmão do mundo". Mas, o que me preocupa, é o bairrismo em que se dá esse tipo de conversa.
Enquanto uma desgraça acontece entre os povos habitantes de Gaza; enquanto um novo-presidente super-sônico do planeta toma as rédeas mundiais; e, enquanto vivemos uma crise econômica de proporções universais, ficarmos falando somente sobre a salvação da lavoura, me parece um tanto inadequado, inconsciente, inconsequente, e (im)previsivelmente irônico. Mas, quem aqui não tem manifestações de ironia?
Não quero ser pretencioso e idiota o suficiente para tentar salvar o mundo, pois pretendo morrer antes que o mundo se salve. O que me cabe, é pensar a respeito sobre essa coisa toda que me cerca. Inclusive, minha participação na desgraça coletiva.


1 bedelhos alheios:
quem tem o poder dita as ordens e existe uma força maior que controla tudo isso!
Somos apenas formiguinhas operárias sem direção.
Porém se existisse uma movimentação geral quem sabe a maioria desprivilegiada não conseguisse mostrar pra essa corja de assassinos quem manda e que queremos nossa parte do bolo?
Quem sabe.
quando começamos?
Ayuso
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