São uns caras do Rio de Janeiro que fazem uma pancadaria meio no estilo do Faith No More. Penso eu assim...
Segue uma descrição do som e idéias, por eles mesmos.
Assisti uma apresentação deles em Porto Alegre, no Fórum Social Mundial último (não lembro o ano), e me quebrei todo pulando!
´
"Partindo da consciência de estarmos inseridos na máquina do cotidiano, fato que nos leva a gastar a maior parte de nosso tempo com superficialidades e mesquinharias, tentamos aproveitar o espaço de nossas composições para poder sintetizar tudo aquilo que para nós é de fato importante e essencial. Não se trata de fazer da arte uma válvula de escape para as frustrações de uma vida acomodada e sim de buscar, através dela, estimular a transformação da vida concreta. O conjunto de músicas que temos reflete as instigações que carregamos tanto no plano artístico quanto no político. Mais do que um equilíbrio entre esses dois planos, perseguimos uma fusão, já que existe o desejo de não abrir mão do rigor em nenhum dos aspectos.
Em relação à música, talvez uma de nossas marcas seja a mistura de estilos, bastante presente em nossas composições. No entanto, não temos nenhuma pretensão de enxergar nisso uma iniciativa nova ou inovadora, já que compositores vêm realizando experiências nesse sentido há alguns séculos. Enxergamos essa mistura como um reflexo natural do nosso gosto musical. Gostamos de rock, mas também de samba, de forró, de música “erudita”, de funk, de jazz, de rap... Enfim, gostamos de música! Nessa mesma perspectiva também nos valemos de instrumentos que, a princípio, não seriam muito utilizados em rock, como cavaquinho, trompete, flauta doce etc.
Sem negar o potencial político da música instrumental, é evidente que os ideais se revelam de forma mais direta através das letras. De maneira geral, podemos dizer que as letras falam de nossas angústias e esperanças. Se por um lado prezamos o valor literário, não tememos o termo “panfletário” que alguns podem atribuir a determinadas letras. O que buscamos é um equilíbrio entre o poético e o que se faça entender, abrindo espaço para interpretações, mas tentando defender nossos pontos de vista, sem ter medo de assumir uma posição diante do debate de idéias".
´
"Partindo da consciência de estarmos inseridos na máquina do cotidiano, fato que nos leva a gastar a maior parte de nosso tempo com superficialidades e mesquinharias, tentamos aproveitar o espaço de nossas composições para poder sintetizar tudo aquilo que para nós é de fato importante e essencial. Não se trata de fazer da arte uma válvula de escape para as frustrações de uma vida acomodada e sim de buscar, através dela, estimular a transformação da vida concreta. O conjunto de músicas que temos reflete as instigações que carregamos tanto no plano artístico quanto no político. Mais do que um equilíbrio entre esses dois planos, perseguimos uma fusão, já que existe o desejo de não abrir mão do rigor em nenhum dos aspectos.
Em relação à música, talvez uma de nossas marcas seja a mistura de estilos, bastante presente em nossas composições. No entanto, não temos nenhuma pretensão de enxergar nisso uma iniciativa nova ou inovadora, já que compositores vêm realizando experiências nesse sentido há alguns séculos. Enxergamos essa mistura como um reflexo natural do nosso gosto musical. Gostamos de rock, mas também de samba, de forró, de música “erudita”, de funk, de jazz, de rap... Enfim, gostamos de música! Nessa mesma perspectiva também nos valemos de instrumentos que, a princípio, não seriam muito utilizados em rock, como cavaquinho, trompete, flauta doce etc.
Sem negar o potencial político da música instrumental, é evidente que os ideais se revelam de forma mais direta através das letras. De maneira geral, podemos dizer que as letras falam de nossas angústias e esperanças. Se por um lado prezamos o valor literário, não tememos o termo “panfletário” que alguns podem atribuir a determinadas letras. O que buscamos é um equilíbrio entre o poético e o que se faça entender, abrindo espaço para interpretações, mas tentando defender nossos pontos de vista, sem ter medo de assumir uma posição diante do debate de idéias".
E, para baixar, vá direto no site da banda que, inclusive, também é muito legal!

0 bedelhos alheios:
Postar um comentário