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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Iggy Pop - Psychophonic Medicine [The Unreleased Tracks] (2015)


Como o próprio nome diz, esse é um disco com músicas nunca lançadas antes, coisas ao vivo desde 1981, versões diferentes e a inédita Warm Feeling.

Tem um monte de clássicos maravilhosos que é impossível enumerar!
Baixa e deleite-se com esse disco do mestre da barriga mole!


1. It’s My Life (Party Outtake 1981)
2. Bang Bang (Alternate Mix) [Party Outtake 1981]
3. Sea of Love (Alternate Mix) [Party Outtake 1981]
4. Time Won’t Let Me (Alternate Mix) [Party Outtake 1981]
5. Beside You (Steve Jones Demo 1985)
6. Cry for Love (Steve Jones Demo 1985)
7. Purple Haze (Steve Jones Demo 1985)
8. Warm Feeling (Steve Jones Demo 1985) (Unreleased)
9. I Need More (Live in San Francisco 1981)
10. Some Weird Sin (Live in San Francisco 1981)
11. Houston Is Hot Tonight (Live in San Francisco 1981)
12. Tv Eye (Live in San Francisco 1981)
13. 1969 (Live in San Francisco 1981)
14. Rock and Roll Party (Live in San Francisco 1981)
15. Bang, Bang (Live in San Francisco 1981)
16. Dum Dum Boys (Live in San Francisco 1981)
17. Eggs on Plate (Live in San Francisco 1981)
18. I’m a Conservative (Live in San Francisco 1981)
19. I Need More (Encore) [Live in San Francisco 1981]
20. Lust for Life (Live in San Francisco 1981)
21. The Winter of My Discontent (Live in San Francisco 1981)



Flat Duo Jets - Go Go Harlem Baby (1991)





Banda de rockabilly formada na Carolina do Norte, EUA, na década de 90. Esse é terceiro disco da banda, que já não existe mais.

O som é característico do movimento: nervosinho, dançante e que lembram coisas da surf music. 

Um disco legal pra um dia legal. 


Ghost - Meliora (2015)





Sem dúvida, um dos melhores disco desse ano. Essa banda vem se destacando musicalmente no cenário mundial desde 2013, ou pouco antes disso. Teatro, metal, ABBA, Sabbath e mistério. Muito mistério e 3 Papas Emeritus e que, na verdade, são os mesmos. 

O que vale a pena dizer é que esse disco, terceiro da banda, é um conjunto de sonoridades surpreendentes e maravilhosas. Tem stoner, metal, canto gregoriano, rock setentista, dedilhados e letras do demo e existenciais. Não é uma ode a nada. Apenas retratam o lado sombrio do ser humano.

Um ótimo disco do início ao fim! Viciante!


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

The Greenhornes - Dual Mono (2002)



Garage rock vindo direto de Ohio! Banda formada por Craig Fox (guitarra/vocal), Jack Lawrence (baixo) e Patrick Keeler (bateria). Quando a banda deu um tempo, esses dois últimos montaram, junto com Jack White e Brendan Benson a banda mais famosa que eles já puderam tocar: The Raconteurs.

Com essas referências, já se sabe o que esperar, certo? Errado! Greenhornes é muito mais cru, dançante e infinitamente mais bacana que o primo rico!

Em 2010 a banda se reuniu, lançou mais um disco (Four Stars) e estão por aí, fazendo bagunça. Ainda bem!

  1. "Satisfy My Mind"
  2. "The Way It's Meant to Be"
  3. "Three Faint Calls"
  4. "It Returns"
  5. "Hard Times"
  6. "Too Much Sorrow"
  7. "You'll Be Sorry"
  8. "There Is An End"
  9. "It's Not Real"
  10. "Don't Come Running to Me"
  11. "Pigtails and Kneesocks"
  12. "Gonna Get Me Someone" (Bob Wackett)


Deep Purple - To The Rising Sun (In Tokyo) (Live) (2015)




Disco de show é sempre uma coisa bacana, à depender de quem toca, obviamente. Em se tratando de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, as coisas sempre serão maravilhosas. 

Depois de um trilhão de anos fazendo show memoráveis, o Deep Purple sempre surpreende seus fãs em shows, gravações, e performances animais (ainda que esteja velhinhos e aquela vitalidade de antes não possa ser percebida aqui, claro. Mas nem é isso o que a gente quer!)

Um baita passeio por tudo o que há de bom e que já faz parte do imaginário coletivo mundial!

Show no Japão, em disco duplo, pra fazer a gente sorrir!




David Gilmour - Rattle That Lock (Deluxe Edition) [2015]




E o David Gilmour lançou o seu mais novo trabalho solo. Um trabalho sublime, grandioso, fascinante e estelar.

Com partes que lembram, obviamente, coisas do Pink Floyd (Division Bell), principalmente no que diz respeito aos solos de guitarra maravilhosos, esse é um disco que tem essas bases sonoras que fizeram de David Gilmour uma lenda, mas também tem coisas muito interessantes, sonoridades nunca antes navegadas na banda que fez dele Deus. Jazz, cabaret, funk, entre outras coisas, esse disco promete, sem nenhuma dúvida, ser um dos maiores lançamentos deste ano. 


Simply Saucer - Cyborgs Revisited (1989)




Banda criada nos fins da década de 70, vinda do Canadá, que faz um rock espacial/garage/psicodélico/protopunk com influências que variam de Velvet Underground, The Stooges, krautrock e mais um monte de coisa interessantíssima!

Metade do disco é uma demo gravada em 74 e a outra metade são gravações ao vivo, de 1975. Juntaram tudo e deu o disco lançado em 89. 

  1. Instant Pleasure
  2. Electro Rock
  3. Nazi Apocalypse
  4. Mole Machine
  5. Bullet Proof Nothing
  6. Here Come the Cyborgs (Part 1)
  7. Here Come the Cyborgs (Part 2)
  8. Dance the Mutation
  9. Illegal Bodies


CocoRosie – Heartache City (2015)




Dupla formada pelas irmãs Bianca Leilani Casady ("Coco") e Sierra Rose Casady ("Rosie"), dos EUA.
O som já foi classificado com freak folk. Experimental meio Björk, cheio de barulhinhos bacanas, vozes líricas, cantos sofisticados e um punhado de coisa contemporânea. Como as irmãs também lidam com artes plásticas, ouso dizer que é um disco que se consegue enxergar coisas enquanto o ouve. 


Buckcherry - Rock 'N' Roll (2015)




Banda de hard rock mais do que qualquer coisa, esses caras de Los Angeles conseguiram traduzir um punhado de músicas em energia sonora para um dia típico de verão. A nova safra do HR fazendo jus ao nome. 


Chris Cornell - Higher Truth (2015)





Novo disco do Chris Cornell...

Um disco bem normal, sem muito o que dizer, na verdade. Pop como todos os trabalhos do cara. Bem longe, obviamente, das coisas com o Soundgarden ou Audioslave e nem melhor que os anteriores solo. 

Cheio de dedilhados, melodias limpas e um grande problema: grande demais. São 16 canções em que num dado momento, parecem se repetir.

Bem mediano, mas ainda assim um disco do Cornell. E radiofônico até a medula.