Sim, o nome é assim, mesmo!
Os Skrotes é uma das bandas instrumentais mais legais de Santa Catarina!
Vai na fé que a festa é garantida!
Em breve, disco completo!
Eis uma descrição melhor abaixo:
Eis uma descrição melhor abaixo:
Skrotes, vivos desde 2009, debutam com canções fiéis ao seu estilo autêntico e plural, que mistura rock, funk, jazz, salsa e outros gêneros. Os experimentos de Guilherme Ledoux (bateria), Chico Abreu (baixo) e Igor da Patta (teclados) sugam aleatórias inspirações e se transformam em organismos sem identidade, prontos para flutuarem livres em um céu nebuloso e complexo.
Em seu primeiro álbum, os três seguem estas premissas através de viagens sonoras que cada vez mais tem atraído ouvidos e olhares no sul do Brasil.
Skrotes. Não, não há aí nenhum erro de digitação, eles são Os Skrotes. Se subverter a ordem das coisas fosse proibido, pelo menos na música nada mais original surgiria. Eles não tem nada a ver com o pop rock inglês, ou daqui há pouco o estão usando como mais um ingrediente na improvisada mistura psicodélica que fazem.
Pegue o jazz, misture com o rock, de uma salpicada com reggae, jogue uns sintetizadores, uma boa dose de funk setentista e uma pitada dos melhores ritmos brasileiros, ta aí, você tem “Skrotes”.
Se no início era improvisação pura, com a saída do antigo baixista e a chegada de Chico Abreu em seu lugar, a banda, que conta ainda com Igor de Patta nos teclados e Guilherme Ledoux na bateria, começou a se estruturar.
Das suas criações saiu um material que serviu de trilha sonora para um documentário realizado pela Vinil Filmes, o “Ilha 70”, lançado entre abril e maio deste ano e que aborda a cultura e comportamento de Florianópolis nos anos 70.
Eles querem provocar. Não tem letras, é tudo instrumental, indo bem ao encontro da proposta da banda, que é, segundo seus músicos, “não ter propostas, deturpar ou alterar lembranças e possibilitar vôos personalizados e livres”.
No mais, é acessar www.skrotes.com ou vir curtir um frio em Floripa e assim, aproveitar para chacoalhar o corpo na pistinha de algum inferninho em que os caras estejam tocando. É isso.
Em seu primeiro álbum, os três seguem estas premissas através de viagens sonoras que cada vez mais tem atraído ouvidos e olhares no sul do Brasil.
Skrotes. Não, não há aí nenhum erro de digitação, eles são Os Skrotes. Se subverter a ordem das coisas fosse proibido, pelo menos na música nada mais original surgiria. Eles não tem nada a ver com o pop rock inglês, ou daqui há pouco o estão usando como mais um ingrediente na improvisada mistura psicodélica que fazem.
Pegue o jazz, misture com o rock, de uma salpicada com reggae, jogue uns sintetizadores, uma boa dose de funk setentista e uma pitada dos melhores ritmos brasileiros, ta aí, você tem “Skrotes”.
Se no início era improvisação pura, com a saída do antigo baixista e a chegada de Chico Abreu em seu lugar, a banda, que conta ainda com Igor de Patta nos teclados e Guilherme Ledoux na bateria, começou a se estruturar.
Das suas criações saiu um material que serviu de trilha sonora para um documentário realizado pela Vinil Filmes, o “Ilha 70”, lançado entre abril e maio deste ano e que aborda a cultura e comportamento de Florianópolis nos anos 70.
Eles querem provocar. Não tem letras, é tudo instrumental, indo bem ao encontro da proposta da banda, que é, segundo seus músicos, “não ter propostas, deturpar ou alterar lembranças e possibilitar vôos personalizados e livres”.
No mais, é acessar www.skrotes.com ou vir curtir um frio em Floripa e assim, aproveitar para chacoalhar o corpo na pistinha de algum inferninho em que os caras estejam tocando. É isso.
Integrantes:
CHico Abreu - Baixo
Guilherme Ledoux - Bateria
Igor de Patta - Teclados
CHico Abreu - Baixo
Guilherme Ledoux - Bateria
Igor de Patta - Teclados
1 - Arco da Véia
2- Estupro dos Cisnes
3- Yo Creo En Los Milagros
4- Lei de Gaga


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