De onde vem esse nome, eu realmente não sei. Só sei que esse som, em fones de ouvido e andando de bicicleta, pode ser realmente perigoso, tamanha pedrada!
Tai o segundo e mais novo trabalho do quarteto paraibano Dalva Suada, cada vez mais com um pé no experimentalismo sem barreiras de estilo, tempo e espaço. São quatro faixas que viajam com um pulsar elétrico pelo corpo, demonstrando sensações de gozo e desespero em intervalos de segundos. Particularmente acho a Dalva uma das melhores performances ao vivo da cena paraibana atual, com Marcelo Piras nos vocais e danças performáticas, Felipe Augusto na psicodelia da guitarra e gritos de apoio, o baixo funkeado classudo do Daniel Jeci e a bateria de ritmo quebrado do Nildo Gonzales.
Fonte: Hominis Canidae


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